segunda-feira, 5 de março de 2018

Oração da Campanha da Fraternidade 2018




Deus e Pai,
nós vos louvamos pelo vosso infinito amor
e vos agradecemos por ter enviado Jesus,
o Filho amado, nosso irmão.
Ele veio trazer paz e fraternidade à terra
e, cheio de ternura e compaixão,
sempre viveu relações repletas
de perdão e misericórdia.
Derrama sobre nós o Espírito Santo,
para que, com o coração convertido,
acolhamos o projeto de Jesus
e sejamos construtores de uma sociedade
justa e sem violência,
para que, no mundo inteiro, cresça
o vosso Reino de liberdade, verdade e de paz.
Amém!

QUADRO DE TEMPOS LITÚRGICOS



Tempos litúrgicos são as divisões existentes no Ano Litúrgico da Igreja Católica.

TEMPO DO ADVENTO: primeiro tempo do Ano litúrgico, o qual antecede o Natal; conta-se 4 domingos antes do Natal; tempo de preparação para a primeira vinda do Filho de Deus entre os homens e expectativa da segunda vinda do Cristo no fim dos tempos; tempo de viver o arrependimento, o mergulho na liturgia e na oração, de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes; cor: roxa (purificação.

TEMPO DO NATAL: comemoração do nascimento do Senhor; tempo de fé, alegria, acolhimento do Filho de Deus que se fez Homem; conta-se da véspera do Natal de Nosso Senhor até o domingo da festa da aparição divina, em que se comemora o Batismo de Jesus; cor: branca (paz, harmonia).

TEMPO COMUM: é um período sem grandes acontecimentos, mas que nos mostra que Deus se faz presente nas coisas mais simples; tempo de esperança, anúncio e acolhimento da Palavra de Deus; tempo para colocar em prática a vivência do Reino e ser sinal de Cristo no mundo; divide-se em duas partes:  a primeira entre o tempo do Natal e da Quaresma (momento de esperança e de escuta da Palavra), a segunda fica entre a Páscoa e o Advento (momento de colocar em mprática a vivência do Reino e ser sinal de Cristo no mundo, ou seja, ser sal da terra e luz do mundo); cor: verde (esperança).

QUARTA-FEIRA DE CINZAS: marca o início da Quaresma, tempo de penitência e oração mais intensa; são colocadas cinzas sobre as nossas cabeças para nos lembrar que vamos morrer, que somos pó e ao poda terra voltaremos (Gn 3, 19) (nada é eterno, tudo é transitório); dia de jejum e abstinência (jejum: fazer uma só refeição forte ao dia; abstinência: não comer carne).

QUARESMA; tempo forte de conversão, penitência, jejum, caridade, oração, reflexão, escuta da Palavra, santificação, preparação para a celebração da Páscoa; neste período não se diz o “Aleluia”, nem se colocam flores na Igreja nem se canta o “Glória a Deus nas alturas”; deve-se buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista a paz, a justiça e o amor em toda a humanidade, por isto recolher-se para a reflexão para aproximar-se de Deus; conta-se 40 dias (exclui-se os domingos; conta-se da 4ª feira de Cinzas até a manhã da Quinta-feira Santa (início do Tríduo Pascal); cor: roxa (purificação, luto, penitência).

TRÍDUO PASCAL: começa 5ª à noite com a Missa da Ceia (depois do pôr do sol) até a tarde do domingo da Páscoa da Ressurreição; 5ª Santa, 6ª Santa e Sábado Santo; é o ápice do ano litúrgico porque celebra a Morte e a Ressurreição do Senhor; centro da fé cristã; mistério da passagem da morte para a Ressurreição, do pecado para a vida.  A Sexta-feira Santa é dia de jejum e abstinência

TEMPO PASCAL: Festa da Páscoa ou da Ressurreição; comemora-se a Volta de Cristo ao Pai na Ascensão e o envio do Espírito Santo; 50 dias (entre o domingo da Ressurreição e o domingo de Pentecostes); tempo de alegria e exultação, um só dia de festa, chamado “um grande domingo”.

PENTECOSTES: cinquenta dias depois da Páscoa o Espírito Santo desceu sobre os Apóstolos reunidos no Cenáculo em Jerusalém, no dia de Pentecostes, que era uma das festas judaicas (At 2, 2-4); conta-se a partir da segunda-feira, após o domingo da Páscoa; é uma solenidade marcante para toda a Igreja, para os povos, pois nela teve início a ação evangelizadora para que todas as nações e línguas tenham acesso ao Evangelho e à salvação mediante o poder do Espírito Santo de Deus.



sexta-feira, 13 de outubro de 2017

VIGIAR O CORAÇÃO


Vigiar o coração, como se vigia uma casa: com chave, diz Papa Francisco.
Papa Francisco convida a fazer o exame de consciência para cuidar de tudo o que acontece no coração
Maus pensamentos, más intenções, ciúme, inveja. Tudo isso entra e sai dos nossos corações todos os dias. Seria bom fechar a "chave" este coração, assim como você fecha a casa para impedir que entrem ladrões.
A chave em questão - disse o Papa Francisco na missa desta manhã em Santa Marta - é "o exame de consciência", uma prática "antiga, mas muito eficaz” que permite "recolher-se" ou "ficar em silêncio diante de si mesmo e diante de Deus e, no final do dia, se perguntar: "O que aconteceu hoje no meu coração? Entrou alguma coisa que eu não conheço?".
As armadilhas são muitas, porque "o diabo tem paciência", diz Bergoglio, "não deixa o que ele quer para si”. Ele fez isso com o próprio Jesus, que foi atormentado, depois ele deixou de tentar por certo tempo, mas voltou várias vezes; colocando-o à prova e preparando-lhe "armadilhas" até à Paixão e morte na Cruz.
E se ele fez isso com o Filho de Deus, imagine com a gente. Por isso, é preciso "vigiar nossos corações" - insiste o Papa - porque nele habita o Espírito Santo e não deve entrar "outros espíritos". E se eu não me dou conta do que vai para o meu coração - advertiu o Santo Padre – “o meu coração se torna uma praça, onde todos vêm e vão". Torna-se "um coração sem intimidade", onde "o Senhor não pode nos falar e nem ser escutado".
É por isso que Jesus disse: E quem não recolhe comigo dispersa. Usa a palavra 'recolher', só para dizer que é preciso "ter um coração recolhido, um coração onde sabemos o que acontece", observou o Papa.
O exame de consciência, nesse sentido, é uma graça. "Quem de nós - pergunta Bergoglio - à noite, antes de terminar o dia, se recolhe e se pergunta: o que aconteceu hoje no meu coração? O que passou pelo meu coração?".
Se não fizermos isso - acrescenta - realmente não sabemos vigiá-lo bem, porque, como todos sabemos, "os demônios voltam sempre", até "no final da vida".
Fonte: Por Salvatore Cernuzio - ROMA, 10 de Outubro de 2014 - (Zenit.org)

segunda-feira, 20 de março de 2017

HINO DA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2017

01 – Louvado seja, ó Senhor, pela mãe terra,
que nos acolhe, nos alegra e dá o pão (cf. LS, n.1)
Queremos ser os teus parceiros na tarefa
de “cultivar e bem guardar a criação.”
Refrão:
Da Amazônia até os Pampas,
do Cerrado aos Manguezais,
chegue a ti o nosso canto
pela vida e pela paz (2x)
02 – Vendo a riqueza dos biomas que criaste,
feliz disseste: tudo é belo, tudo é bom!
E pra cuidar a tua obra nos chamaste
a preservar e cultivar tão grande dom (cf. Gn 1-2).
03 – Por toda a costa do país espalhas vida;
São muitos rostos – da Caatinga ao Pantanal:
Negros e índios, camponeses: gente linda,
lutando juntos por um mundo mais igual.
04 – Senhor, agora nos conduzes ao deserto
e, então nos falas, com carinho, ao coração (cf. Os 2.16),
pra nos mostrar que somos povos tão diversos,
mas um só Deus nos faz pulsar o coração.
05 – Se contemplamos essa “mãe” com reverência,
não com olhares de ganância ou ambição,
o consumismo, o desperdício, a indiferença
se tornam luta, compromisso e proteção (cf LS, n.207).
06 – Que entre nós cresça uma nova ecologia (cf LS, cap.IV),
onde a pessoa, a natureza, a vida, enfim,
possam cantar na mais perfeita sinfonia
ao Criador que faz da terra o seu jardim.

Oração da Campanha da Fraternidade 2017

Deus, nosso Pai e Senhor,
nós vos louvamos e bendizemos,
por vossa infinita bondade.
Criastes o universo com sabedoria
e o entregastes em nossas frágeis mãos
para que dele cuidemos com carinho e amor.
Ajudai-nos a ser responsáveis e zelosos pela
Casa Comum.
Cresça, em nosso imenso Brasil,
o desejo e o empenho de cuidar mais e mais
da vida das pessoas,
e da beleza e riqueza da criação,
alimentando o sonho do novo céu e da nova terra
que prometestes.
Amém!

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

LIVRE PARA AMAR

Acabara de fazer minha inscrição num curso da Comunidade Shalom e escrevi um pequenino texto, em 16/02/2011, que ficou armazenado em meu computador não sei o porquê... Publico-o agora!


POR QUE SOU LIVRE PARA AMAR...


Em 16/02/2011 – Quarta-feira


                                   Porque sou livre para amar posso dar minha adesão a Deus. Deus criou-me um ser livre, tão livre que posso escolher. Mas será que sinto verdadeiramente essa liberdade? Como sentir-me livre quando estou presa a tantas preocupações, medos, opiniões alheias, conceitos e comportamentos?

                                   Não posso dizer que “livre estou” se estou, ainda, presa a tantas dúvidas...

                                   A verdadeira liberdade só Deus pode dar, porque tenho capacidade para amar a Deus com o meu mais íntimo aderindo livremente a este amor.

                                   Se eu tivesse a resposta para todas as minhas dúvidas, se eu soubesse como agir em todas as situações seria como Deus, mas não sou. Só Deus é perfeição, só Ele tem as respostas, só Ele é a solução, só Ele é a resposta. Só em Deus tudo faz sentido, Ele é a luz.

                                   Quando fecho os olhos é que vejo Deus. Ele habita o meu interior e tudo fica claro, é um paradoxo. Sinto sua presença invadindo, tomando inteiramente todo o meu ser e preenchendo, me completando, me transformando, me resgatando, me restaurando. Agora, peço que o Senhor venha tomar as minhas preocupações e ansiedades, que o Senhor tome as rédeas de minha vida e me guie, seja o meu guia, a luz que clareia o meu caminho, seja o meu cajado, a minha fortaleza, o meu apoio, pois sem Ti, Senhor, não tenho forças para continuar a enfrentar todos os obstáculos. Sem a Tua graça, Senhor, eu não consigo abrir o meu coração, sem a Tua misericórdia eu não consigo perdoar. Ajuda-me, Senhor, a perdoar a mim mesma que tantas vezes me afastei de Ti achando que podia confiar somente em mim.


                                   Obrigada, Jesus, pela paz que sinto agora. Quero fazer a Tua vontade, mesmo que eu não consiga entender, porque sou limitada, mas agora estou livre para Te amar.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

PEC 241 - O que diz a CNBB

NOTA DA CNBB SOBRE A PEC 241


“Não fazer os pobres participar dos próprios bens é roubá-los e tirar-lhes a vida.”
 (São João Crisóstomo, século IV)

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, dos dias 25 a 27 de outubro de 2016, manifesta sua posição a respeito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, de autoria do Poder Executivo que, após ter sido aprovada na Câmara Federal, segue para tramitação no Senado Federal.
Apresentada como fórmula para alcançar o equilíbrio dos gastos públicos, a PEC 241 limita, a partir de 2017, as despesas primárias do Estado – educação, saúde, infraestrutura, segurança, funcionalismo e outros – criando um teto para essas mesmas despesas, a ser aplicado nos próximos vinte anos. Significa, na prática, que nenhum aumento real de investimento nas áreas primárias poderá ser feito durante duas décadas. No entanto, ela não menciona nenhum teto para despesas financeiras, como, por exemplo, o pagamento dos juros da dívida pública. Por que esse tratamento diferenciado? 
A PEC 241 é injusta e seletiva. Ela elege, para pagar a conta do descontrole dos gastos, os trabalhadores e os pobres, ou seja, aqueles que mais precisam do Estado para que seus direitos constitucionais sejam garantidos. Além disso, beneficia os detentores do capital financeiro, quando não coloca teto para o pagamento de juros, não taxa grandes fortunas e não propõe auditar a dívida pública.
A PEC 241 supervaloriza o mercado em detrimento do Estado. “O dinheiro deve servir e não governar! ” (Evangelii Gaudium, 58). Diante do risco de uma idolatria do mercado, a Doutrina Social da Igreja ressalta o limite e a incapacidade do mesmo em satisfazer as necessidades humanas que, por sua natureza, não são e não podem ser simples mercadorias (cf. Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 349). 
A PEC 241 afronta a Constituição Cidadã de 1988. Ao tratar dos artigos 198 e 212, que garantem um limite mínimo de investimento nas áreas de saúde e educação, ela desconsidera a ordem constitucional. A partir de 2018, o montante assegurado para estas áreas terá um novo critério de correção que será a inflação e não mais a receita corrente líquida, como prescreve a Constituição Federal.
É possível reverter o caminho de aprovação dessa PEC, que precisa ser debatida de forma ampla e democrática. A mobilização popular e a sociedade civil organizada são fundamentais para superação da crise econômica e política. Pesa, neste momento, sobre o Senado Federal, a responsabilidade de dialogar amplamente com a sociedade a respeito das consequências da PEC 241.
A CNBB continuará acompanhando esse processo, colocando-se à disposição para a busca de uma solução que garanta o direito de todos e não onere os mais pobres.
Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, continue intercedendo pelo povo brasileiro. Deus nos abençoe!

Dom Sergio da RochaArcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. R. Krieger, SCJArcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner, OFMBispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Fonte: http://www.cnbb.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=19744:nota-da-cnbb-sobre-a-pec-241&catid=114:noticias&Itemid=106

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

ROSÁRIO: ORAÇÃO SIMPLES

Amem o Rosário, oração simples que consola a mente e o coração - diz Papa Francisco

Na Audiência Geral desta quarta-feira (26/10), o Papa Francisco recordou que outubro é o mês dedicado ao Rosário e recomendou esta oração aos fiéis.
No tuíte de alguns dias atrás, o Pontífice confessou: “O terço é a oração que sempre acompanha a minha vida; é também a oração dos simples e dos Santos, é a oração do meu coração”.
Hoje, na Audiência Geral, o Papa explicou que o Rosário “é uma síntese da Divina Misericórdia”:
“Nos mistérios do Rosário, com Maria, contemplamos a vida de Jesus que irradia a misericórdia do Pai. Alegremo-nos por Seu amor e perdão, o acolhamos nos estrangeiros e pobres, vivamos a cada dia de Seu Evangelho”, disse o Pontífice.
Dirigindo-se aos jovens, aos doentes e recém-casados, Francisco disse:
“Esta oração mariana simples indique a vocês, queridos jovens, o caminho para interpretar a vontade de Deus em suas vidas. Amem esta oração, queridos doentes, porque ela carrega consigo o consolo para a mente e o coração. Que se torne para vocês, queridos recém-casados, um momento privilegiado de intimidade espiritual em sua nova família.”
O Papa Francisco presenteia todas as pessoas que encontra com um Rosário. “A Nossa Senhora está sempre próxima aos seus filhos. Está sempre pronta a nos ajudar quando a invocamos, quando pedimos a sua proteção. Ela não sabe esperar: é a Nossa Senhora da prontidão. Vai logo servir.”
Fonte: http://santuariosantaedwiges.com.br/papa-amem-o-rosario-oracao-simples-que-consola-a-mente-e-o-coracao.html

ANO NACIONAL MARIANO

IGREJA CELEBRA ANO NACIONAL MARIANO


Durante a festa de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil e de Brasília, foi aberto oficialmente o Ano Mariano, em comemoração aos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, nas águas do Rio Paraíba do Sul, próximo à cidade de Guaratinguetá, em São Paulo.

As celebrações se estenderão até o dia 11 de outubro de 2017. Ao longo deste período, as (arqui)dioceses são convidadas a realizarem atividades para vivenciarem intensamente o jubileu, voltando seus corações para a Santíssima Virgem Maria, como citou dom Sergio da Rocha, cardeal-arcebispo de Brasília e presidente da CNBB, durante o lançamento do Ano Mariano, em 22 de setembro passado.

“Nós esperamos muito que o Ano Mariano possa ser de intensa evangelização com Maria, contando com a sua proteção, seguindo os seus exemplos, mas sendo essa Igreja em saída, essa Igreja misericordiosa, que a exemplo de Nossa Senhora vai ao encontro dos irmãos para compartilhar a alegria do Evangelho de Jesus Cristo, alegria da fé em Cristo”, disse o cardeal-arcebispo.

Fonte: http://arquidiocesedebrasilia.org.br/noticias.php?cod=4971

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2016

CNBB lança campanha da fraternidade 2016

A Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), lançaram nesta quarta-feira (10), em Brasília, a Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2016, intitulada “Casa Comum, nossa responsabilidade”.
O foco da campanha deste ano é o saneamento básico. De acordo com as entidades, o saneamento básico já era um tema previsto para a campanha há dois anos, mas se tornou ainda mais urgente em 2016. As entidades ressaltam que o tema também serve como alerta para o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da zika, da dengue e a febre chikungunya.
Segundo o presidente da CNBB, Dom Sergio da Rocha, as entidades estão preocupadas com a “ameaça” do vírus às famílias brasileiras.
“Infelizmente a nossa casa comum está sendo hoje assolada pelo mosquito Aedes aegypti, transmissor de  doenças, e a nossa família comum está sofrendo e morrendo por causa das  enfermidades transmitidas por ele. E a falta de saneamento básico tem contribuído para a proliferação dos mosquitos”, afirmou Dom Sergio.
O ministro das cidades, Gilberto Kassab, também participou da cerimônia de lançamento da campanha e afirmou que o Brasil ainda precisa avançar nas políticas públicas de saneamento básico. Para ele, há uma relação “muito forte” entre a ausência do tratamento sanitário adequado e proliferação do mosquito.
“[A proliferação do vírus] efetivamente tem uma relação muito forte com a ausência de tratamento e de esgotamento sanitário nas dimensões determinadas pelas organizações sociais. O Brasil, infelizmente, está ainda aquém desses índices [de saneamento básico]. Por mais que nos últimos 11 anos tivemos melhorias, que não tivemos em outras épocas do Brasil, ainda deixamos a desejar”, afirmou o ministro.
Segundo Kassab o governo está tratando o assunto como prioridade e vai investir cada vez mais no saneamento básico.
“É fundamental que possamos investir cada vez mais para que possamos ter condições de combater epidemias para que possamos proporcionar qualidade de vida às pessoas”, disse.
FONTE: http://www.maispb.com.br/158869/cnbb-lanca-hoje-campanha-da-fraternidade-2016.html